Cia. da Obesidade & Cia . do Cão


UFA! ESTREAMOS.
QUEREMOS AGRADECER A ORGANIZAÇÃO DO FESTIVAL ,AO THIAGO,À MEIRE ,
E ATODOS OS FUNCIONÁRIOS DO MINI-GUAÍRA, A VALMIR SANTOS PELA SUA
LINDA MATÉRIA,A LENISE PINHEIRO PELA FOTO MARAVILHOSA NA MATÉRIA,
A BETHE NÉSPOLI PELA BELÍSSIMA PUBLICAÇÃO NO SITE DO ESTADÃO E COM
FOTOS FANTÁSTICAS DE ED VIGGIANI. A PRESENÇA NA PLATÉIA DE HELIO PONCIANO,
A GAZETA DO POVO,O JORNAL DO COMERCIO DE RECIFE,A ISTO É GENTE,AO ESTADO 
DO PARANÁ E A TANTOS OUTROS JORNALISTAS QUE ESTIVERAM PRESENTES E A
NOSSA PEQUENA PRODUÇÃO NÃO CONSEGUIU ANOTAR OS OUTROS NOMES PRESENTES.

AGRADECIMENTOS
 
A WAGNER FREIRE PELO CARINHO,A CELSO CRUZ PELA LUTA E SEU TEXTO
MARAVILHOSO E SUA DIREÇÃO RIGOROSA,A DILL MAGNO COMPANHEIRO DE
SEMPRE ,A FABBIO CRUZ PELO APOIO E SEU FIGURINO JUNTO COM RITA,A
RITA PEREZ PELAS FOTOS LINDAS ,A FABIO CARDIA PELA SUA LOUCURA MUSICAL,
A LUCIANO SCHINKE PELO SEU LOGO MARAVILHOSO,A AFONSO D'US PELO
SEU RELEASE E POR SUA FORÇA,A ANA ANDREATTA PELO SEU APOIO DE SEMPRE,
A ROBERTO MALAVASI PELO SEU APOIO,A MARIA DE LOURDES DE FREITAS ROSA
PELO APOIO ETERNO,A FABIO DE FREITAS ROSA QUE NOS AJUDOU DESDE O
COMEÇO HÁ QUATRO ANOS ATRÁS DANDO ESTRUTURA A CIA E O PRIMEIRO A
APOSTAR NA GENTE ,AO APOIO DAS CIAS DESUNIDAS,E O NOSSO CARINHOSO
FABIO HENRIQUE LEME ROSA QUE MANTEM O NOSSO BLOG ATIVO,E  A TODOS QUE
CONTRIBUIRAM COM A CIA NESSES ANOS TODOS COMO ,EDUARDO CHAGAS,
VANESSA FRIGGO,LIZ MANTOVANI,AIDÊ AMARAL,RITA MARTINS,LIVIO TRAGTENBERG,
CIA TEATRO X, E SE POR ACASO ESQUECEMOS DE ALGUEM POR
FAVOR RECLAMEM!!!!

Cia. da Obesidade



Escrito por elenco às 20h52
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Celso Cruz investiga a tragédia (por Valmir Santos)

 

 

O dramaturgo Celso Cruz, 41, costuma dizer que não é um autor de tese, aquele que,

grosso modo, antepõe a reflexão à escrita. Mas ele acaba de defender doutorado na

USP vinculado a seu processo de escrita, a tragédia na atualidade, como se vê nas

quatro peças que dirige na mostra paralela Fringe.

 

Dill Magno (Bia) e Guilherme Freitas (Dante)

foto: Lenise Pinheiro


Seus personagens urbanos surgem metidos em ambientes fechados, enfrentam a solidão

e a violência que carregam consigo ou não suportam lá fora -afinal, o inferno é o outro.

"Seres abjetos, mas que, mesmo em situações-limite, demonstram alguma afetividade e

consciência de sua própria condição", diz Cruz.
Gente como o delegado Dante (Guilherme Freitas) e o criminoso de codinome Beatriz

(Dill Magno) em "Comendo Ovos", apresentada no final de semana. Também há o

 torturador e a sua vítima em "Gorilas", que se passa em 14/12/1968, dia seguinte à

implantação do AI-5 (qua. e qui., no teatro Celeiro).


16º FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA
Quando: até 1º/4
Quanto: R$ 26 (na mostra paralela Fringe, de entrada franca a R$ 24); mais
informações no site www.festivaldeteatro.com.br e no tel. 0/xx/41/ 4063-6290



Escrito por elenco às 20h33
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Guilherme Freitas (Dante) e Dill Magno (Bia)

foto: Ed Viggiani

 

No sábado, o Estado foi conferir no Fringe a estréia da produção paulistana Comendo Ovos,

do autor e diretor Celso Cruz, que já havia se destacado na mostra do ano passado com

o espetáculo Só As Gordas São Felizes. Nesse novo trabalho, o diretor retoma sua estética em

que o despojamento da cena transforma-se em signo de uma ‘precariedade’ emocional

e cultural que é parte integrante da vida de seus personagens, e afeta diretamente o seu comportamento.

 

foto: Ed Viggiani

A maior qualidade de Comendo Ovos reside na forma - se não original, no mínimo rara - como
aborda uma relação homossexual. Dois homens se desejam, mas nem por isso se tornam afetados.
É o mundo masculino que está no palco, com a virilidade e violência que o caracteriza.
Guilherme Freitas interpreta um policial ‘de quinta’ que se apaixona por um ‘bandido de periferia’
(Dill Magno), um puxador de carros, um ladrão sem poder, menos que um traficante, na verdade um
viciado em coca. Os atores se entregam aos personagens como despudor na medida exata.
É especialmente interessante a única cena em que eles se tocam fisicamente, pelo misto de
violência e ternura, expresso num gestual tipicamente masculino.

Bethe Néspoli



Escrito por elenco às 20h25
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